Joyce Pascowitch Jornalista renomada e de grande destaque no Brasil e no exterior, Joyce Pascowitch comanda o Grupo Glamurama, que publica o site Glamurama, um dos veículos de maior audiência da internet, citado frequentemente por publicações internacionais. Além do site, o Grupo também edita as revistas Joyce Pascowitch, PODER, Modo de Vida e MODA.

Sexta-feira e um vlog novo aqui no “Eu, Joyce”. Nesta semana eu vou falar sobre uma coisa eu adoro fazer: viajar. Cada vez que a gente fala sobre uma viagem incrível nas nossas revistas, eu sei que o leitor pode viajar e sonhar com a gente. Por isso, escolhi três destinos para hoje. Mykonos é a primeira parada. Aquele céu azul, as casas todas branquinhas… Parece um sonho e sempre que estou lá fico me perguntando: “será que os deuses gregos estão pairando por aqui?”. Um sonho. A segunda parada é Roma, uma cidade que eu adoro e que, agora em setembro, é ótima para visitar. Por fim, o terceiro destino é aqui no Brasil, no Paraná: o Lapinha Spa, com aquelas massagens deliciosas e o cardápio top para limpar o corpo. Play!

Já estou com borboletas no peito… É o verão, ou melhor, a chegada dele que me deixa assim, um misto de feliz, muito, com ansiosa, também muito, e agitada, super. Tudo indica que terei um final de ano animado: cheguei há uma semana de Madri, uma viagem rápida mas intensa. Depois, veio o segundo turno das eleições, viva! Rio por três dias e semana que vem, Jerusalém. Muita agitação? Sim. Mas parece que essa é de fato a minha vida. Quando eu fui, uma das primeiras vezes, a uma astróloga fazer meu mapa astral, ela disse: “Você tem o Sol na nona casa, isso indica muitas viagens”. Até hoje escuto isso sempre que encontro minha astróloga – sim, eu gosto de astros, estrelas e planetas. Se eu viajo por causa disso ou se por causa disso eu viajo, tanto faz como fez. Mas o fato é que saindo por aí, pelo mundo, me sinto parte dele. Me sinto cada vez mais integrante desta enorme bola, ao mesmo tempo que sinto cada vez mais o quanto sou insignificante nesse movimento todo. Isso é muito bom, ter noção de que, na verdade, a gente é nada. Um grãozinho de areia perdido na imensidão do universo. Isso me dá tranquilidade e uma segurança de que, apesar de tudo o que faço e que adoro fazer e ser… Posso ficar quietinha no meu pedaço, sem ninguém me ver. Escondidinha. Tranquila.