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Eduardo Saverin, Monika Batista, Neymar, Carlos Brito e Gisele Bündchen || Crédito: Getty Images

A desvalorização do real em relação ao dólar nos últimos doze meses já é a maior desde 1999. Mas nem todo mundo está descontente com a mudança de patamar do câmbio, que acaba por beneficiar os brasileiros que são pagos parcialmente ou integralmente na moeda americana, que fechou acima de R$ 3,95 na última sexta-feira, o maior valor desde 2002. Glamurama selecionou cinco destes brasileiros, confira:

Gisele Bündchen

De longe a modelo mais bem paga do mundo, com ganhos US$ 35 milhões (R$ 138,2 milhões) superiores aos da concorrente mais próxima, Bündchen recebe a maior parte de seus cachês em dólares. Com uma renda de US$ 44 milhões (R$ 173,8 milhões) entre junho de 2014 e junho deste ano, 6% menor do que ela faturou entre junho de 2013 e junho do ano passado (US$ 47 milhões, R$ 185,6 milhões em valores atualizados), a supermodelo sentiu o efeito contrário com seus ganhos aumentando consideravelmente em reais nos respectivos períodos: de R$ 111 milhões da época para R$ 173,8 milhões.

Neymar

Assim como Bündchen, o jogador do Barcelona assina a maior parte de seus contratos em dólares. Seu portfólio de representantes inclui marcas como a Nike e a Beats By Dr Dre. Nos campos, Neymar embolsa cerca de US$ 14 milhões (R$ 55,3 milhões) por ano em salários do Barcelona, mas é fora dos campos que ele ganha mais dinheiro: entre junho de 2014 e junho deste ano foram outros US$ 17 milhões que entraram na conta dele, o que em reais equivalem a R$ 67,3 milhões. É dinheiro suficiente para bancar muitas noitadas Brasil afora.

Eduardo Saverin

Entre os dez homens mais ricos do Brasil, Saverin é o único cuja fortuna pessoal não encolheu neste ano. Na verdade, o cofundador do Facebook ficou até mais rico em 2015: em relação aos US$ 4,8 bilhões (R$ 18,7 bilhões) que ele possuía em março, quando a revista norte-americana “Forbes” divulgou sua lista de bilionários, ele viu seu patrimônio aumentar em US$ 1 bilhão (R$ 3,95 bilhões), para os US$ 5,8 bilhões (R$ 22,9 bilhões). Trata-se de um ganho de aproximadamente US$ 4,7 milhões (R$ 18,6 milhões) por dia nos últimos sete meses. Vale lembrar que Saverin possui quase a totalidade de seu dinheiro em dólares, o que torna a situação dele ainda melhor.

Monika Batista

Radicada na Califórnia, a irmã mais nova de Eike Batista fundou em 2010 a Mãní Snacks, que vende pão de queijo congelado em pelo menos 17 redes de supermercados dos Estados Unidos. O produto é considerado uma iguaria no país, e custa em média US$ 6,50 (R$ 25,70) o pacote com 320 g. Para ajudar os norte-americanos a se familiarizarem com o produto, Batista fez questão de incluir nas embalagens a pronúncia em inglês de pão de queijo: “pown-deh-kay-zho.”

Carlos Brito

O CEO da Anheuser-Busch InBev, dona da Budweiser e da Stella Artois, pode se tornar o primeiro brasileiro a atingir status de bilionário como empregado ao invés de empregador graças à alta do dólar. Brito recebe a totalidade seus ganhos em moeda estrangeira, principalmente em euro, cuja cotação é influenciada pelo dólar. Com ganhos anuais na casa das dezenas de milhões, ele ainda é apenas um multimilionário em dólares, mas pode se tornar bilionário na moeda brasileira em breve, sobretudo se a possível fusão com a cervejaria SABMiller se concretizar.

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