Joyce Pascowitch Jornalista renomada e de grande destaque no Brasil e no exterior, Joyce Pascowitch comanda o Grupo Glamurama, que publica o site Glamurama, um dos veículos de maior audiência da internet, citado frequentemente por publicações internacionais. Além do site, o Grupo também edita as revistas Joyce Pascowitch, PODER, Modo de Vida e MODA.

Eu pedi, vocês participaram, e aqui está o resultado! Há algumas semanas vim aqui no Facebook convidar vocês a participar do meu vlog dando sugestões de tema, lembram? Um monte de gente participou e eu adorei, então nesta semana escolhi falar sobre os parques de São Paulo, ideia do Wellington Fero. Os lugares que eu frequentava quando criança, os que vou hoje em dia… Play no vídeo, e se você tiver sugestão para os próximos, comente aqui embaixo que eu leio todos.

Hoje escolhi falar de clássicos e modernos. Vamos falar, na verdade, é de comida. Um assunto que eu AMO! Muita gente diz que em São Paulo come-se melhor que em Nova York e essa é uma verdade. Ando encantanda com um restaurante que descobri bem atrasada: Nino Cucina, um italiano bem discreto ali na João Cachoeira e que se come divinamente bem. Outro lugar que adoro frequentar é o La Casserole, restaurante que passei minha vida toda indo lá e recomendo para quem é de São Paulo ou está vindo passear por aqui. Agora chega de papo. Play no vídeo e depois digam aqui nos comentários se gostaram. Eu adoro ler vocês. Beijo e até semana que vem.

O primeiro post do ano! Por que tão tarde? Porque fiquei quase 40 dias longe daqui, tentando descansar, meio fora do ar, mas não muito. O fato é que o verão foi vivido por mim em toda a plenitude: sol, muito mar, treinos de ginástica funcional, massagens, mergulhos, stand up paddle. Nem pensar em manter algo que me lembrasse da rotina daqui de São Paulo, dos dias de trabalho. Pôr do sol todos os dias, era esse meu principal compromisso. Descansei, relaxei, me diverti, fui a shows, estive com amigos. Claro que um dia isso iria terminar e foi o que aconteceu no final de janeiro. Voltei pra São Paulo, voltei ao mundo real. Muitas coisas ruins, algumas realmente absurdas, vergonhosas. Com certeza já vivemos dias muito melhores do que estes neste país. A coisa realmente está cinza, muito cinza. Se já é difícil voltar de férias, assumir a rotina, imagine voltar nessas condições, com este cenário. Confesso que penso em saídas, em possibilidades, acompanho tudo de perto. Amo Carnaval, muito, mas fico até com medo de expressar esse tipo de sentimento neste momento complicado. Sim, parece que no momento atual, a gente não tem nem direito a ser feliz. Desculpa, mas eu vou tentar. Vou pegar um caminhinho por aqui, um beco por ali, até ver a luz. O sol.

Vinte e quatro dias fora e, agora, de volta a São Paulo. Gosto de ir, adoro voltar. É bom abrir a cabeça, principalmente em Nova York. Circular leve e solta, ir a lugares diferentes, exposições, museus. Tomar café na esquina, ir ao supermercado – que fique claro: meu lugar preferido para fazer compras de comida é o Chelsea Market. Andar na rua depois da meia-noite, sem stress, sem medo. Gosto do dia a dia trabalhando fora, sem as pequenas chatices da vida cotidiana daqui. Me viro bem limpando casa, fazendo café, reciclando papel e plástico –tenho mania… Será TOC? Mas o fato é que voltei, feliz da vida. Estava com saudades. Como já disse várias vezes por aqui, tenho três cachorros dos quais sou dependente. Total. Sinto muito a falta deles quando estou longe, o que faz com que a volta se transforme numa coisa de prazer, carinho, afeto. Bom. Enrolei bastante para dizer que estou superesquisita porque meu apartamento está em reforma e estou morando em outro. Muito charmoso, bacana… mas não é o meu. E isso é muito esquisito pra mim, que sou superligada nas minhas coisas. Acordar à noite pra fazer xixi, coisa mais que natural, torna-se algo delicado em um território desconhecido. Relaxar depois de um dia de trabalho também não é a mesma coisa. Estou tendo que aprender, me adaptar. Claro que não é nada grave. Sei que é provisório. Mas é justamente nesses pequenos detalhes que moram nossas grandes neuroses.

  A Bienal tem um novo presidente. José Sarney disse que não sabia que recebia dinheiro do auxílio-moradia. Vários livros adotados por escolas públicas de São Paulo estão sendo recolhidos por conteúdo inapropriado. Enquanto penso sobre tudo isso, fecho mais uma edição e acompanho os movimentos do site, me preparo para uma temporada de 14 dias observando o mundo. Prometo me fazer presente o máximo possível. Sempre com um olhar diferenciado sobre os lugares por onde passarei. Até já!