Joyce Pascowitch Jornalista renomada e de grande destaque no Brasil e no exterior, Joyce Pascowitch comanda o Grupo Glamurama, que publica o site Glamurama, um dos veículos de maior audiência da internet, citado frequentemente por publicações internacionais. Além do site, o Grupo também edita as revistas Joyce Pascowitch, PODER, Modo de Vida e MODA.
Esta semana foi bem engraçada. Praticamente a última útil deste ano. Na segunda-feira, nada de mau humor. Também pra quê? Já basta a falta de glúten, de lactose, de chocolates e outras coisinhas mais. Eu fiquei é feliz da vida nesta segunda, pois estava terminando aquele período chato do ano, que vai do Carnaval até o Natal. Sério! Amo férias. Daí tamanha alegria. Parece que eu trabalho o ano todo, focada, dedicada, mas sempre com um olho… nas férias. Sou movida a isso: a sol, a água do mar, a caipirinhas, passeios de lancha e… bolinhos de peixe. Amo. Aqueles dez meses entre o Carnaval e o Natal, convenhamos, são difíceis de aturar, às vezes complicados, pesados. Então, como achar chata uma segunda-feira dessas? A um passo do Natal, com jantares e festas todos os dias? Com gente animada por todo lado –mesmo que o dólar esteja subindo, a Petrobras explodindo e o governo…. Bem, apesar de tudo isso, dezembro pede felicidade. Pede alegria. Pede –e eu dou. Pede balanço dos meses que passaram, pede um leve desenho do ano que entra. O que mais eu posso dizer? Posso agradecer, por tudo e a todos. E posso dizer mais uma coisinha? Estou feliz, tá?

 

Muita gente –que lê meu blog, obrigada!- me pergunta por que não atualizo sempre. Posso garantir que não é por falta de assunto. Sou uma fábrica deles, falo muito e penso mais ainda. Portanto, poderia muito bem escrever aqui com mais frequência. Mas confesso que não tenho conseguido. Além de muitas coisas na cabeça, muito trabalho, planos e histórias, estou escrevendo um livro. No  qual, aliás, fiquei empacada muito tempo… mas que agora dei de escrever sem parar e já estou quase no final. Um prazer enorme, uma alegria. E um orgulho. Sim, estou muito orgulhosa. A questão é que escrever requer uma força interna que deixa a gente exaurido. Principalmente quando se trata de experiências pessoais, como no caso do meu livro. Pois bem: digo aqui que minha ausência se deve a isso. É o muito escrever. Peço desculpas e garanto que todos serão devidamente recompensados quando meu livro sair. Garanto informação, histórias deliciosas e outras polêmicas. Eu gosto de bagunça. Não quero explicar nada pra ninguém. Apenas confundir.