Primeiro um almoço com um amigo de adolescência. O cara é puro poder. O cara é super gente. Falou da mulher, dos filhos. Falou da mãe e me ganhou. Gosto muito de pouca gente. Esse é um. Por falar nisso, outro de meus super queridos me deu um susto: três stents no coração, de uma hora pra outra. Foi duro, foi tenso. Nesse meio tempo, comecei um curso de escrita criativa. Tive de escrever como lição de casa sobre um assassino nos 15 minutos antes de ele matar alguém. Nossa, fiquei tão envolvida antes de escrever, pensando no tema, durante e depois de ter escrito, que parece que ainda estou escrevendo como o tal assassino. Socorro: parece um encosto. O fato é que coisas novas estão acontecendo na minha vida. Algumas por obra do destino. Outras porque deve estar mesmo na hora. Fui de novo deejay numa festa e fiquei feliz durante uma semana, de carona na sensação deliciosa de fazer o mundo dançar. Participei do “Esquenta”, programa de Regina Casé, especial sobre mulheres e o câncer de mama. Fiquei muito mexida, emocionada. Durante o programa e na semana toda depois, porque, mesmo sem querer, virei nesses poucos dias uma celebridade onde eu ia. E o assunto era sempre o mesmo: emoção. Muita ginástica me mantém de pé, firme e forte. Meus amigos queridos também. Acho que é por aí.