Joyce Pascowitch Jornalista renomada e de grande destaque no Brasil e no exterior, Joyce Pascowitch comanda o Grupo Glamurama, que publica o site Glamurama, um dos veículos de maior audiência da internet, citado frequentemente por publicações internacionais. Além do site, o Grupo também edita as revistas Joyce Pascowitch, PODER, Modo de Vida e MODA.

Não me pergunte por que, mas o fato é que amo Carnaval. Tenho ascendência russa dos dois lados da família, de minha mãe e de meu pai. Daí que não entendo minha ligação e minha admiração por uma festa dessas. Também tenho uma profissão que me faz olhar meio que de lado para tantas festas e comemorações, quaisquer que sejam. Mas o fato é que amo, sim, Carnaval. Acho que isso começou nos tempos em que eu trabalhava na “Folha de S.Paulo”, tipo obrigação de colunista. Engraçado é que eu me divertia sempre, e talvez por ir a trabalho me divertisse ainda mais. Eu só sei que isso foi ficando arraigado em mim todos esses anos – entrei na Folha em 86 e saí no final de 99, portanto, faz tempo que sucumbi à folia. Gosto desses dias dionisíacos. Dessa loucura, desse descompromisso tão necessário, principalmente nos dias de hoje. Gosto de todo mundo solto, se divertindo, exorcizando as tristezas, celebrando a alegria. Costumo ir a Salvador, passo depois pelo Rio e sonho em estar também no Recife. Na verdade, eu gostaria de estar nas três cidades ao mesmo tempo. Não gosto de perder coisas boas, alegres, gostosas. Adoro a saída do Ilê Ayiê em Salvador, no bairro da Liberdade, chorei com o “esquenta” dos Filhos de Gandhy no Pelourinho, sob um sol de rachar. Pura energia. Sonho em sair nos blocos do Rio, no Boitatá, no Monobloco, no Me beija que eu sou cineasta. E queria estar no Recife no meio daquela multidão, cantando com Caetano e tantos outros. Quero tudo e acho que tenho direito a tudo isso. Sonho com a chegada do Carnaval e fico muito triste na Quarta-feira de Cinzas. Só não fico pior porque sei que ainda tem festa no Rio – este ano estreamos com muito barulho e gente bonita o Baile Glamurama, no MAM. Ufa. Se estou cansada? Sim, estou. Mas estou louca para que passe bem rapidinho esse período entre o Carnaval e o Natal… pra tudo começar de novo!

Grafitando com a talentosa e querida @patriciaviera e com o fera @brfbc na @shop2gether. #supercool

No Glamurama Jet, vai ter! Rumo ao #carnavaldeslavador ! Yes!!!!

Dia 15 sexta- feira juntos no Rio! Na vespera do desfile das campeãs, o Baile Glamurama no MM! @glamurama no Rio! E eu junto! #altaansiedade #tamojunto Nos vemos lá!

 

 

De volta a São Paulo, de volta ao dia a dia. Ainda bem que, ainda, com cara de verão. Nem preciso dizer como é esquisito voltar pra cá depois de 35 dias na Bahia. Muito estranho. Mas também, quem quer viver eternamente de férias? Eu, por exemplo, não quero. Bom estar de volta, bom estar aqui. Bom, sim, mas isso não quer dizer que estou ambientada, confortável e feliz. Não estou bem ambientada nem muito confortável, portanto tampouco exatamente feliz. Tragédias coletivas e tragédias de gente conhecida tiram o chão da gente. Comigo não é diferente. Perdi uma grande amiga, uma guerreira, no final de dezembro. Todas essas perdas, próximas ou não, aguardadas ou totalmente inesperadas, mexem com a gente muito mais do que a gente possa imaginar. Fica pairando uma tristeza que a gente nem sabe de onde vem. Vem da vida mesmo, da roda da vida, que vai passando e vai parando aqui e ali, causando transtornos, tristezas , perdas. Também traz alegrias e coisas boas. Um antídoto para esses tempos cinzas para mim foi o show que Baby do Brasil – ou Baby Consuelo, como eu gosto de chamar – trouxe a São Paulo no último domingo. Foi só ela começar a cantar que aquele filminho em preto e branco dos Novos Baianos voltou à minha mente, cheio de alegria, liberdade e descompromisso. Eu sempre fui muito ligada na história dos Novos Baianos: morar em comunidade, Arembepe, vida hippie. Baby Consuelo trouxe isso e muito mais pra plateia dela. Pra fora mesas e cadeiras e todo mundo dançando durante uma hora e 40 minutos. É fundamental pra mim trazer de volta essa vibe de Baby.  “A menina dança” é para mim um grito de guerra. É ela cantar e eu entrar em outra sintonia. Nessa mesma, aliás, onde eu quero estar.

Coluna de Ancelmo Gois hoje O Globo # orgulhosa

Tudo azul sem pecado e sem juízo ! viva Baby do Brasil! #vidahippie

Rocking with Baby! Delícia Baby do Brasil!

Parabéns @reginacase ! #esquenta sucesso reconhecido!