Ano novo, vida nova. Parece que este ano resolvi levar a sério essa história. Não que eu tenha me esforçado, mas mesmo durante o tempo que passei na Bahia, percebi que algo estava se transformando dentro de mim. Percebi que eu queria coisas diferentes, que não aceitava antigos modelos e comportamentos. Tudo isso, confesso, sem esforço algum. Apenas sensações. Final de janeiro , de volta a São Paulo e de volta ao trabalho. E não é que comecei a perceber que aqui também, na empresa que dirijo, antigos padrões não estavam me convencendo. Não estavam surtindo efeito. Resultado: muitas mudanças, algumas acertadas desde o final do ano, outras previstas, esperadas. Umas mais tristes, porque a gente quer que pessoas que a gente gosta fiquem perto da gente. Só que às vezes não dá, naquele momento não rola. Outras a gente nem sabe por que ficaram tanto tempo. Mas na vida tudo tem seu timing. Às vezes a gente até perde o timing de tomar medidas, decisões. De ceder aqui e cobrar ali. Mas o que eu tenho a dizer é que estou muito animada, muito mesmo, com o ano que se apresenta. Cheia de planos no trabalho, com muita gente bacana surgindo em volta. Uns vão. Outros vêm. O que importa é manter a freqüência. E a integridade. Isso não só no trabalho, sobretudo na vida. No mais, boa sorte a todos nós. A gente merece.