Eu Joyce

Joyce Pascowitch

Jornalista renomada e de grande destaque no Brasil e no exterior, Joyce Pascowitch comanda o Grupo Glamurama, que publica o site Glamurama, um dos veículos de maior audiência da internet, citado frequentemente por publicações internacionais. Além do site, o Grupo também edita as revistas Joyce Pascowitch, PODER, Modo de Vida e MODA.

3.04.2014 / 18:05 - Por: Joyce

Singapura com “s”

Para quem nunca tinha ido à Ásia, de repente ir duas vezes em dois meses? Pois bem, foi exatamente isso o que aconteceu. Cerca de 45 dias depois de eu ter voltado de uma viagem de sonho por todos aqueles lugares incríveis –o que já contei aqui, Laos, Vietnã, Camboja-… bem, fui parar em Cingapura dia 17 de março. Cingapura é com C em português e eu detesto isso. Em inglês é Singapore e eu cismo de escrever Singapura. Acho chic. Enfim, o fato é que convidada pela Singapore Airlines para conhecer o país – que é uma cidade, um estado, uma ilha-, confesso que fiquei totalmente fascinada. Ao chegar, depois de uma parada estratégica em Barcelona – sim, amei!–, e mais umas 13 horas de voo, eis que cheguei num aeroporto incrível e numa cidade meio Jetsons, meio sudeste asiático. Singapura – sorry, dicionário – é um pouco de um, um pouco de outro, daí talvez todo o seu encanto. Um lugar que deu e dá certo, desde que os ingleses foram embora. Lugar de gente feliz, civilizada, respeitosa e honrada. Aliás, percebi que honra para eles é o artigo mais importante. Honra, respeito e orgulho de serem cidadãos de lá. Esse orgulho é retribuído pelo governo em forma de segurança – não há crimes por lá, assaltos ou coisas do gênero -, limpeza e manutenção das obras e lugares públicos, sistema de saúde. É um case pra gente acompanhar, avaliar, estudar e se inspirar. Fiquei num hotel excelente – o Mandarin Oriental–, com uma vista tão incrível da cidade que eu jamais fechei as cortinas durante os quatro dias que pass​ei lá. Tive também um guia e um motorista à minha disposição, obra do escritório de turismo de lá, o STB. Posso dizer que tive uma mega aula de civilidade, de modernidade e de pujança. Voltei muito impressionada. E recomendo. Bem-vindo, futuro.

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27.03.2014 / 01:16 - Por: Joyce

A beleza exótica de Cingapura

Aqui, algumas das fotos mais incríveis da minha viagem a Cingapura. Já, já, um texto novinho em folha!

Room with a view... Boa noite, Singapura! Lugar incrível! Surpresa boa! #singaporeairlines #mandarinoriental

Orquídea mais que selvagem: pérola do Botanic Garden #singapore

chinatown #singapore

Obra impactante. Arquiteto Moshe Safdie. #singaporeSeguir

Mulheres de Singapura. Old times. National Museum #singapore

Singapore rocks! Haji Lane

Maravilha o Botanic Garden #singapore !Seguir

Direto pro spa, claro! Singapore Mandarin OrientalSeguir

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11.02.2014 / 17:34 - Por: Joyce

Perdas e ganhos

O ano mal começou, e as coisas ficaram muito feias pro meu lado. Perdemos, minha família e eu, um funcionário querido que trabalhava há 30 anos na casa de minha mãe, o Nivaldo. Cozinheiro de mão cheia e ser humano de primeira. Foi atropelado e não resistiu. Ele nos faz muita falta. Muita. Antes disso, perto do Natal, minha farmacêutica querida, da Weleda perto da minha casa, com quem eu tinha uma relação próxima, também morreu, do coração. Bel já está fazendo falta. E foi assim que meu ano começou. Mas talvez por merecimento, acredito, minha vida deu uma guinada, e graças a uma amiga querida, fui parar no Vietnã. A viagem, maravilhosa, foi com um grupo de amigos. No total éramos nove, e incluiu Laos, Cambodja e norte da Tailândia, no Golden Triangle, como eles chamam o pedaço onde se plantava ópio, do ladinho de Myanmar. Não sei se foi o grupo, afinadíssimo e divertidíssimo, ou esses lugares encantados, ou tudo junto, mas o fato é que posso dizer que essa se transformou na melhor viagem da minha vida. E eu também, acho, me transformei numa coisa que ainda não entendi direito: tô mais calma, mais tranquila, mais feliz. A sensação de imensidão, de sair daqui, passar por Veneza e desembarcar em Hanói mexeu com minhas raízes, com as estruturas. Tirou minhas carcaças e me deixou leve e solta. No Laos, me senti hippie, na vibe dos monges budistas que acompanhei às 5 da manhã – isso depois de dormir uma noite num barco em Halong Bay, talvez o lugar mais bonito do mundo. Depois, foi Siem Reap, Cambodja, que me pegou: amei as pessoas, a vegetação, as ruínas e, de novo, a vibe incrível e a alegria. O ponto final foi uma reserva de elefantes no norte da Tailândia, perto de Chiam Rai, onde a gente dormiu em tendas –luxuosas, bem entendido, assim como os hotéis da rede Aman onde nos hospedamos no Laos e Cambodja, uma loucura. Voltei encantada, feliz. Cheia de energia. E certa de que tem muito mais entre o céu e a terra do que pensa nossa vã filosofia.

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12.12.2013 / 15:28 - Por: Joyce

Sobre resiliência

Primeiro quero pedir desculpas. Por ter sumido daqui. Por não ter tido fôlego para escrever neste espaço. Porque tudo aqui é tão de verdade que às vezes eu fico fugindo… Se é que vocês me entendem… Este ano foi muito difícil para muita gente com quem falo. Para cada um, difícil de uma maneira. Eu não fugi à onda. Mas quero dizer que estou aqui, firme e bem mais forte. Claro que vocês já ouviram dizer que no fundo do poço tem uma mola, certo? E ela me jogou muito mais lá em cima do que eu estava. Conclusão: estou feliz. Muito feliz. Não adianta, esse é meu destino: ressurgir cada vez mais forte – sorry, turma do contra. Pois bem, quase que para fechar o ano em grande estilo, tivemos aqui na Casa Glamurama um evento muito especial, onde a estrela – além das convidadas mulheres, maravilhosas – era a psiquiatra Carmita Abdo, a maior especialista do País em sexualidade. Não posso nem descrever o quanto fiquei impressionada com a sabedoria, com o jeito simples de expor as ideias, com a mente aberta e ventilada da Dra. Carmita. Recebemos uma aula de como ser mulher nos dias de hoje. Para mim, foi uma experiência única: mediando a conversa e aprendendo muito. Só posso agradecer: a Dra. Carmita Abdo, uma mestra, à Carefree, que patrocinou esse momento tão especial, e à vida, que tem me brindado com algumas grandes dificuldades e com muita capacidade para enfrentá-las.

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22.10.2013 / 18:09 - Por: Joyce

Mudança de ciclo

Dizem que sete anos é mudança de ciclo. Pois bem: pra mim tá parecendo isso mesmo. Tô sentindo no ar e conheço essa sensação de outras mudanças importantes que ocorreram na minha vida. A gente fica até um pouco fora do ar, meio alheio ao que acontece em volta. Mas meu dia de domingo me trouxe de volta a uma realidade inexorável: o orgulho de meu trabalho. Na festa de sete anos da nossa revista, com um sol que para mim parecia diferente, um jardim maravilhoso –na Fundação Ema Klabin–, os funcionários e colaboradores, amigos, parceiros de sempre e novos clientes, todo mundo com jeito de feliz. Era realmente uma tarde muito especial essa dos sete anos da revista J.P: tudo conspirando a favor, da trilha sonora às bebidinhas e comidinhas, das flores à ambientação. Que gente especial trabalhando junto! Eu fiquei tão emocionada com tudo que parecia que eu estava flutuando, olhando de fora. Mas na verdade eu estava mesmo era no centro. No centro da alegria, dos festejos, do orgulho e do prazer de estar escrevendo dessa maneira a minha história. Vi muita gente alegre e muita, mas muita gente bonita –eu gosto disso. Antes do domingo e ainda nesta terça, dois dias depois, as flores não param de chegar. Gente dividindo conosco esse momento tão único. Conheço um pouco desses movimentos. Já, já vou me lembrar com mais emoção ainda do que está acontecendo nestes dias. Valeu!

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