Eu Joyce

Joyce Pascowitch

Jornalista renomada e de grande destaque no Brasil e no exterior, Joyce Pascowitch comanda o Grupo Glamurama, que publica o site Glamurama, um dos veículos de maior audiência da internet, citado frequentemente por publicações internacionais. Além do site, o Grupo também edita as revistas Joyce Pascowitch, PODER, Modo de Vida e MODA.

20.05.2014 / 16:34 - Por: Joyce

Teste de postagem do blog da Joyce

 

Quadro de Anita que não tem nada a ver com o post

Fui pra Miami, onde não ia há quase dez anos. Nesse meio tempo, a novela acabou. Acompanhei à distância, vi tudo quando cheguei – gravei na minha TV. Mas não quero falar desse assunto porque estou menos feliz sem meus encontros de todas as noites na mansão da família Tufão. Minha análise vai bem, obrigada, e não preciso mais ir ao psiquiatra, já que tive alta. Ah: e comecei a fazer uma dieta séria de verdade. Essa é a melhor parte da história: estou conseguindo domar meus instintos – não todos, claro, e ainda bem. Mas os de comer mais do que deveria – e até do que queria. Nos primeiros dias, me senti quase como em abstinência. Não sei direito como é isso, mas confesso que passei por perto. Que coisa esquisita fazer coisas que a gente não quer e das quais a gente se arrepende. Isso é muito ruim. Nessas primeiras duas semanas, acho que estou conseguindo. Tenho me sentido muito, mas muito bem. Bem e feliz. Porque, além de estar comendo menos e vendo os pequenos resultados se apresentarem, estou conseguindo fazer o que quero – sim, porque isso não é nada fácil. A gente se tratar bem, fazer o que acredita ser o melhor, o que a gente tanto quer… nossa, quanta dificuldade. Por isso tantos divãs, tantos tarjas pretas, tanto esforço. O que eu posso dizer? Que estou achando que está valendo a pena. Valendo super. Recomendo: é muito bom ter atrás do que correr. E conseguir ter força pra isso.

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3.04.2014 / 18:05 - Por: Joyce

Singapura com “s”

Para quem nunca tinha ido à Ásia, de repente ir duas vezes em dois meses? Pois bem, foi exatamente isso o que aconteceu. Cerca de 45 dias depois de eu ter voltado de uma viagem de sonho por todos aqueles lugares incríveis –o que já contei aqui, Laos, Vietnã, Camboja-… bem, fui parar em Cingapura dia 17 de março. Cingapura é com C em português e eu detesto isso. Em inglês é Singapore e eu cismo de escrever Singapura. Acho chic. Enfim, o fato é que convidada pela Singapore Airlines para conhecer o país – que é uma cidade, um estado, uma ilha-, confesso que fiquei totalmente fascinada. Ao chegar, depois de uma parada estratégica em Barcelona – sim, amei!–, e mais umas 13 horas de voo, eis que cheguei num aeroporto incrível e numa cidade meio Jetsons, meio sudeste asiático. Singapura – sorry, dicionário – é um pouco de um, um pouco de outro, daí talvez todo o seu encanto. Um lugar que deu e dá certo, desde que os ingleses foram embora. Lugar de gente feliz, civilizada, respeitosa e honrada. Aliás, percebi que honra para eles é o artigo mais importante. Honra, respeito e orgulho de serem cidadãos de lá. Esse orgulho é retribuído pelo governo em forma de segurança – não há crimes por lá, assaltos ou coisas do gênero -, limpeza e manutenção das obras e lugares públicos, sistema de saúde. É um case pra gente acompanhar, avaliar, estudar e se inspirar. Fiquei num hotel excelente – o Mandarin Oriental–, com uma vista tão incrível da cidade que eu jamais fechei as cortinas durante os quatro dias que pass​ei lá. Tive também um guia e um motorista à minha disposição, obra do escritório de turismo de lá, o STB. Posso dizer que tive uma mega aula de civilidade, de modernidade e de pujança. Voltei muito impressionada. E recomendo. Bem-vindo, futuro.

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27.03.2014 / 01:16 - Por: Joyce

A beleza exótica de Cingapura

Aqui, algumas das fotos mais incríveis da minha viagem a Cingapura. Já, já, um texto novinho em folha!

Room with a view... Boa noite, Singapura! Lugar incrível! Surpresa boa! #singaporeairlines #mandarinoriental

Orquídea mais que selvagem: pérola do Botanic Garden #singapore

chinatown #singapore

Obra impactante. Arquiteto Moshe Safdie. #singaporeSeguir

Mulheres de Singapura. Old times. National Museum #singapore

Singapore rocks! Haji Lane

Maravilha o Botanic Garden #singapore !Seguir

Direto pro spa, claro! Singapore Mandarin OrientalSeguir

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11.02.2014 / 17:34 - Por: Joyce

Perdas e ganhos

O ano mal começou, e as coisas ficaram muito feias pro meu lado. Perdemos, minha família e eu, um funcionário querido que trabalhava há 30 anos na casa de minha mãe, o Nivaldo. Cozinheiro de mão cheia e ser humano de primeira. Foi atropelado e não resistiu. Ele nos faz muita falta. Muita. Antes disso, perto do Natal, minha farmacêutica querida, da Weleda perto da minha casa, com quem eu tinha uma relação próxima, também morreu, do coração. Bel já está fazendo falta. E foi assim que meu ano começou. Mas talvez por merecimento, acredito, minha vida deu uma guinada, e graças a uma amiga querida, fui parar no Vietnã. A viagem, maravilhosa, foi com um grupo de amigos. No total éramos nove, e incluiu Laos, Cambodja e norte da Tailândia, no Golden Triangle, como eles chamam o pedaço onde se plantava ópio, do ladinho de Myanmar. Não sei se foi o grupo, afinadíssimo e divertidíssimo, ou esses lugares encantados, ou tudo junto, mas o fato é que posso dizer que essa se transformou na melhor viagem da minha vida. E eu também, acho, me transformei numa coisa que ainda não entendi direito: tô mais calma, mais tranquila, mais feliz. A sensação de imensidão, de sair daqui, passar por Veneza e desembarcar em Hanói mexeu com minhas raízes, com as estruturas. Tirou minhas carcaças e me deixou leve e solta. No Laos, me senti hippie, na vibe dos monges budistas que acompanhei às 5 da manhã – isso depois de dormir uma noite num barco em Halong Bay, talvez o lugar mais bonito do mundo. Depois, foi Siem Reap, Cambodja, que me pegou: amei as pessoas, a vegetação, as ruínas e, de novo, a vibe incrível e a alegria. O ponto final foi uma reserva de elefantes no norte da Tailândia, perto de Chiam Rai, onde a gente dormiu em tendas –luxuosas, bem entendido, assim como os hotéis da rede Aman onde nos hospedamos no Laos e Cambodja, uma loucura. Voltei encantada, feliz. Cheia de energia. E certa de que tem muito mais entre o céu e a terra do que pensa nossa vã filosofia.

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12.12.2013 / 15:28 - Por: Joyce

Sobre resiliência

Primeiro quero pedir desculpas. Por ter sumido daqui. Por não ter tido fôlego para escrever neste espaço. Porque tudo aqui é tão de verdade que às vezes eu fico fugindo… Se é que vocês me entendem… Este ano foi muito difícil para muita gente com quem falo. Para cada um, difícil de uma maneira. Eu não fugi à onda. Mas quero dizer que estou aqui, firme e bem mais forte. Claro que vocês já ouviram dizer que no fundo do poço tem uma mola, certo? E ela me jogou muito mais lá em cima do que eu estava. Conclusão: estou feliz. Muito feliz. Não adianta, esse é meu destino: ressurgir cada vez mais forte – sorry, turma do contra. Pois bem, quase que para fechar o ano em grande estilo, tivemos aqui na Casa Glamurama um evento muito especial, onde a estrela – além das convidadas mulheres, maravilhosas – era a psiquiatra Carmita Abdo, a maior especialista do País em sexualidade. Não posso nem descrever o quanto fiquei impressionada com a sabedoria, com o jeito simples de expor as ideias, com a mente aberta e ventilada da Dra. Carmita. Recebemos uma aula de como ser mulher nos dias de hoje. Para mim, foi uma experiência única: mediando a conversa e aprendendo muito. Só posso agradecer: a Dra. Carmita Abdo, uma mestra, à Carefree, que patrocinou esse momento tão especial, e à vida, que tem me brindado com algumas grandes dificuldades e com muita capacidade para enfrentá-las.

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